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O Malho
 
O Malho
 
A função de O Malho estava explícita no próprio nome: malhar, descer o ferro em tudo que se julgasse errado.

O texto de apresentação começava da seguinte maneira:

É de praxe que um jornal que se apresenta desfile perante o leitor boquiaberto um rosario de promessas a que se chama pomposamente – o programma. Iconoclasta de nascença, o Malho começa por atacar e destruir a praxe: não tem programma. Ou, mais exactamente, tem todos, como o seu nome bem o indica: elle é o Malho; tudo que passar a seu alcance será a bigorna. O povo rirá ao ver como se bate o ferro nesta officina e só com isso ficaremos satisfeitos, com a tranquilla consciencia de quem cumpre um alto dever social e concorre efficazmente para o melhoramento e progresso da raça humana. (...)

Em suas páginas, belas ilustrações de C. do Amaral (diretor artístico da publicação), K. Lixto e Raul Pederneiras.

Parte do conteúdo de seu primeiro número pode ser visto no site dedicado à revista produzido pelo Memória Viva.

 
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Título
O Malho

Lançamento
Setembro de 1902

Número de páginas
24