Muita gente vê cemitérios como locais tristes e assustadores. No entanto, os antigos cemitérios – no caso do Brasil, aqueles criados a partir de meados do século XIX – são verdadeiros museus a céu aberto e contam milhares de histórias.
Para mostrar isso, o editor do Memória Viva, Sandro Fortunato, vem apresentando em seu blog pessoal, o Sempre Algo a Dizer, uma série intitulada Passeios por cemitérios. Com textos curtos recheados de muitas imagens, feitas por ele nos últimos dez anos, Sandro relembra algumas histórias e apresenta grandes obras da arte tumular no país. No Cemitério da Consolação (SP), por exemplo, há esculturas de Bruno Giorgi, Enrico Bianchi, Celso Antônio de Menezes, Luigi Brizzolara, Nicolina Vaz de Assis e Victor Brecheret, dentre outros.
Além da grande necrópole paulistana, a série mostra outros cemitérios como o São João Batista, no Rio, onde estão os túmulos de personalidades conhecidas como Nelson Rodrigues, Carmen Miranda, Santos Dumont, Cazuza e Vicente Celestino; o do Alecrim (Natal) e o de Mossoró (RN), onde foi enterrado vivo o cangaceiro Jararaca, membro do bando de Lampião.
Para mostrar mais imagens desses cemitérios, foi criado um fotolog sobre Arte Tumular. Já estão disponíveis mais de 50 fotos, separadas em álbuns para cada cemitério.
Nesta quarta, 8, será postado o quarto texto da série contando histórias pitorescas sobre outros cemitérios. Também na quarta será disponibilizado o álbum com cerca de 50 fotos do Cemitério da Consolação.
SERVIÇO
Passeios por cemitérios, série no blog Sempre Algo a Dizer
Flickr Arte Tumular
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