Exposição Zona Oculta 2009

Rio de Janeiro – Pelo sexto ano consecutivo, o Zona Oculta, com um novo coletivo de 46 artistas mulheres ocupa o casarão do CEDIM – espaço destinado  a preservar, promover e divulgar o patrimônio histórico, cultural e científico da mulher . Esta atitude busca valorizar a arte contemporânea produzida pelas artistas mulheres.

SERVIÇO
Zona Oculta – entre o público e o privado
Espaço cultural Cedim Heloneida Studart – Rua Camerino,  51 – Centro
Abertura: quarta, 25 de março
Exposição: 26 de março a 30 de abril
Segunta à sexta, das 10h às 18h
Visitação gratuita
Mais informações: (21) 2299-2004 e 1999

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O acervo de arte popular de Lina Bo Bardi

Salvador – O acervo de peças artesanais coletadas no Nordeste brasileiro pela arquiteta Lina Bo Bardi, que estava guardado desde 1965 – quando foi proibido pela ditadura militar –, ganha sua primeira exibição.

A mostra Fragmentos: Artefatos populares, o olhar de Lina Bo Bardi foi aberta nesta terça, 17, no Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho, em Salvador. A exposição reúne mais de 800 peças entre utensílios de madeira, objetos de barro, pilões, santos e objetos de candomblé que resistiram às mudanças e viagens da coleção original, que chegou a ter 2 mil itens.

Lina Bo Bardi (1914-1992), arquiteta italiana que estabeleceu-se no Brasil em 1946. Conhecida principalmente por projetos como o Masp e o Sesc Pompéia, em São Paulo, mudou-se para a Bahia no final dos anos 50 e começou a pesquisar o artesanato popular nordestino. Começou a ter problemas com a ditadura logo em 1964, quando, então diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia, negou-se a liberar o foyer do Teatro Castro Alves para uma exposição de armamento de guerra. Lina foi exonerada do cargo e, um ano depois, teve a exposição Nordeste do Brasil (com partes do acervo agora exibido) impedida de estrear na Galeria de Arte Moderna, em Roma.

SERVIÇO
Fragmentos: Artefatos populares, o olhar de Lina Bo Bardi
No Centro Cultural Solar Ferrão – Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho
Exposição de longa duração, sem prazo definido
Visitação de terça a sexta, das 10h às 18h; finais de semana e feriados, das 13h às 17h
Entrada gratuita

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A Linha e o Sujeito

Brasília – A Caixa Cultural Brasília apresenta para o público mais uma parte do seu acervo permanente de obras de arte. A exposição A Linha e o Sujeito: um diálogo com o Acervo Caixa leva ao visitante o moderno e o contemporâneo ao juntar obras do Acervo caixa a trabalhos conceituais do artista plástico Chico Amaral.

A mostra tem curadoria da doutora em História da Arte, Graça Ramos, e ocupará a Galeria Acervo até 30 de agosto. A mostra é composta por 28 obras do Acervo Caixa e cinco trabalhos de Chico Amaral.

A Linha e o Sujeito propõe interatividade com o visitante nos jogos de liga pontos, criados pelo artista especialmente para a exposição. Ao ligar na parede os pontos projetados, usando um mouse, o visitante comporá palavras que definem sentimentos e sensações como solidão, ausência e plenitude. Em outro trabalho, Chico Amaral propõe um jogo de liga pontos com 30 tipos de medos e 15 desejos. Em um diálogo com gravuras de Renina Katz, ele projeta imagens dos ralos de Brasília e Barcelona. O artista apresenta ainda um retrato plotado e possibilita ao espectador, em outro trabalho, que ele construa um objeto tridimensional em papel.

SERVIÇO
A Linha e o Sujeito: um diálogo com o Acervo Caixa
Galeria Acervo da Caixa Cultural Brasília
Até 30 de agosto
De terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada gratuita
Mais informações: (61) 3206-9448

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ABI – 100 anos de luta pela liberdade

Rio de Janeiro – O centenário da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), celebrado em 2008, continua recebendo homenagens. Nesta terça, 17 de março, será aberta A exposição ABI – 100 anos de luta pela liberdade, que contará com a exibição da arte de 55 artistas de duas gerações de cartunistas. Durante a abertura, que será apenas para convidados e sócios da ABI, haverá apresentação musical de um grupo formado pelos cartunistas Paulo Caruso, Aroeira e Veríssimo. O evento terá início às 19 horas no Centro Cultural da Justiça.

As obras de Bruno Drummond, Edgar Vasques, Henfil, Ziraldo, Lan, Loredano, Trimano, Claudius, Santiago e Luiz Fernando Veríssimo, dentre outros, serão divididas em três módulos. Um que falará sobre a trajetória da ABI; outro que reunirá desenhos de cartunistas que foram importantes para a luta pela liberdade de imprensa durante a ditadura; e um último sobre as dificuldades atuais da imprensa nacional.

SERVIÇO
Exposição ABI – 100 anos de luta pela liberdade
De 18 de março a 26 de abril
De terça a domingo, das 12 às 19h
Galerias do térreo – Centro Cultural da Justiça

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Fauna e Flora em aquarelas de Álvaro Nunes

Brasília – As galerias Piccolas I e II da Caixa Cultural Brasília recebem, de 18 de março a 26 de abril, a exposição Fauna e Flora Brasileira – Aquarelas de Álvaro Nunes. São ao todo 250 ilustrações científicas que confirmam a exuberância e a diversidade da natureza brasileira.

Álvaro Nunes é considerado o melhor ilustrador brasileiro de fauna e flora. Sua obra é fruto de uma extensa e profunda pesquisa de espécies na Amazônia, no Pantanal matogrossense e no cerrado do Planalto Central. Seus trabalhos já foram avaliados por estudiosos botânicos e por personalidades ligadas à preservação ambiental. A maior colecionadora particular de arte botânica da Europa, Dra. Shirley Sherwood, possui ilustrações de Nunes em sua galeria no Royal Botanics Garden (em Londres) e em seu livro A Passion for Plants. Em 2008, Álvaro Nunes teve dois trabalhos premiados pelo New York State Museum, uma das mais respeitadas instituições no âmbito da história natural em todo o mundo.

SERVIÇO
Fauna e Flora Brasileira – Aquarelas de Álvaro Nunes
Galerias Piccolas I e II da Caixa Cultural Brasília
De 18 de março a 26 de abril
De terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada gratuita
Mais informações: (61) 3206-9448

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“Eternamente Dulcina” vai até o próximo domingo

Rio de Janeiro – A exposição Eternamente Dulcina – Uma vida dedicada ao teatro, na Caixa Cultural, foi prorrogada até o próximo domingo, 22 de março. A mostra exibe figurinos, adereços, baús de viagens, sapatos, cartas, documentos e fotos.

Dulcina de Moraes, atriz, diretora, produtora e educadora, modernizadora, criou em Brasília o Teatro Dulcina, na década de 1970, e fundou a primeira faculdade de artes efetivamente autorizada e reconhecida no país.

Empreendedora das artes cênicas, criou a Fundação Nacional de Teatro em 1950, uma das primeiras escolas de formação e que serviu de inspiração para várias gerações de atores, como Bibi Ferreira, Sérgio Viotti e Marília Pêra. Fernanda Montenegro a reverenciou. Marília Pêra reconhece sua grandeza ao dizer: “Vi Dulcina dirigindo peças, sugerindo idéias, ensinando e seduzindo os atores com sua graça incomparável, sua boca vermelha, suas mãos expressivas e generosas“.

Dulcina de Moraes deu vida a personagens que a celebrizaram como Cleópatra (de Bernard Shaw), Sadie Thompson (de John Colton e Clemence Randolph) ou Madame Vidal (de Louis Verneuil). Sua trajetória está registrada em detalhes no livro Dulcina e o teatro de seu tempo, de Sérgio Viotti, também autor de O Melhor dos Pecados uma peça escrita especialmente para atriz comemorar seu retorno aos palcos do Rio de Janeiro, depois de sua mudança para a capital do país.

SERVIÇO
Exposição Eternamente Dulcina – Uma vida dedicada ao teatro
Caixa Cultural – Grande Galeria. Av. República do Chile, 230, anexo, 3º andar – Centro
Terça a sexta, das 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 14h às 18h
Entrada Franca
Mais informações: (21) 2262-8152

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Um Século de Concreto Armado no Brasil

Brasília - A Caixa Cultural apresenta, a partir desta quarta, dia 28, a exposição Um Século de Concreto Armado no Brasil, do fotógrafo Lamberto Scipioni. Fazem parte da mostra 90 ampliações fotográficas coloridas, que apresentam algumas das mais representativas obras da arquitetura e da engenharia do concreto armado criadas no Brasil nos últimos cem anos.

“O olhar do fotógrafo Lamberto Scipioni sobre a arquitetura no Brasil, especialmente a arquitetura com destaque para a força da sua consistência estrutural, com um claro elogio da engenharia do concreto armado, faz desta exposição um belíssimo exemplo do ‘saber ver’”, retrata o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, vencedor do prêmio Pritzker 2006, considerado o Nobel da arquitetura, que assina o texto de apresentação da mostra. “É uma chamada inteligente, inclusive aos estudantes de arquitetura, para que saibam que, particularmente na América Latina, a edificação das cidades é um monumental testemunho da presença do homem no universo”, conclui.

Lamberto Scipioni nasceu em Roma. Atualmente, colabora com publicações européias e brasileiras. Já expôs em vários países e galerias. Além de fotógrafo, Scipioni é autor de vários livros, dentre os quais: Slavik-Sculptures Évolutives, Edizioni Mazzotta (Milano, 1998), O Egito dos Faraós, Coleção do Museu do Louvre – FAAP (São Paulo, 2001), 100 Anos de Pierre Verger, Axis Mundi (São Paulo, 2003), L’Éternel Retour, Edizioni Mazzotta (Milano, 2003), A Escola Brasileira do Concreto Armado, Axis Mundi (São Paulo, 2005) e A talha neoclássica na Bahia (Odebrecht, 2006).

Recebeu o Prêmio Europeu de Fotografia 2007, pela Comissão Européia de Turismo e também faz parte da Coleção Pirelli de Fotografia.
Serviço

Um Século de Concreto Armado no Brasil, com fotos de Lamberto Scipioni
Caixa Cultural – Galeria Principal
Visitação: 28 de janeiro a 1º março de 2009, de terça a domingo, das 9h às 21h
Agendamento de visitas monitoradas: de segunda a sexta-feira, de 9h às 18h, pelos telefones 3206-9450 / 3206-9752
Classificação etária: Livre
Entrada Gratuita

Estradas e Margens

Brasília – A Caixa Cultural de Brasília inicia sua programação de exposições 2009 apresentando Estradas e Margens, do fotógrafo Rui Faquini.

A exposição Estradas e Margens propõe ao espectador uma visita ao mundo inusitado e complexo das estradas brasileiras, revelando suas matas e seus lugares desabitados, desde anos passados até a modernidade. As imagens, reunidas por Rui Faquini durante 30 anos, formam um conjunto belo e poético, revelador da simplicidade e da exuberância cultural dos contextos registrados.

Faquini nasceu em Morrinhos (Goiás) em 1943 e dedicou-se à fotografia após aprendizado em Tóquio, no final da década de 60. Morou em alguns países que lhe deram uma visão mais universal: Irã; Japão, quando iniciou-se na fotografia; a antiga Iugoslávia, aonde fez a primeira documentação fotográfica. Passou também pela Suíça, Inglaterra e Itália realizando oficinas e estágios em estúdios de fotografia.

SERVIÇO
Exposição Estradas e Margens, do fotógrafo Rui Faquini
Caixa Cultural de Brasília – Galeria Vitrine
De 21 de janeiro a 1º de março de 2009, de terça a domingo, das 9h às 21h.
Agendamento de visitas e informações: de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 18h, pelo telefone 3206-9448.
Entrada Gratuita

Portinari – As Séries Bíblica e Retirantes

São Paulo (SP) – Começa hoje a exposição Portinari – As Séries Bíblica e Retirantes no Masp (Museu de Arte de São Paulo). Serão mostradas 11 das 18 obras do pintor paulista que pertecem ao acervo do Masp.

As oito grandes telas da série Bíblica, com altura de cerca de 2 m, e os três exemplares da série Retirantes, estão dispostas no centro da sala do subsolo do museu. As séries Bíblica, feitas entre 1942 e 1944, e Retirantes, de 1944 e 1945, estão entre as mais importantes assinadas por Candido Portinari (1903-1962).

SERVIÇO
Portinari – As Séries Bíblica e Retirantes
No Masp (Av. Paulista, 1.578, São Paulo – Fone: 11 – 3251-5644)
De terça a domingo, das 11h às 18h (bilheteria fecha às 17h)
Até 15 de fevereiro
Entrada: R$ 15

Barão de Mauá – O Empreendedor

Rio de Janeiro – Esta é a última semana para conferir a exposição Barão de Mauá – O Empreendedor, no CCBB Rio de Janeiro.

Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá, viveu de 1813 a 1889, e foi considerado o símbolo dos emprendedores capitalistas brasileiros do século XIX, já que antecipou em quase um século a valorização da mão-de-obra e o investimento em tecnologia. A trajetória de Barão de Mauá elucida um momento crucial da História brasileira, quando começa a se firmar a transição de um meio escravocrata, rural e monárquico para uma sociedade moderna, republicana e industrial, baseada no trabalhador assalariado.

A mostra, com curadoria de Victor Burton, exibe reproduções fotográficas e ilustrações, ambientação especial, trilha sonora, projeções, além de mapas e documentos.

SERVIÇO
Barão de Mauá – O Empreendedor
Até domingo, 10 de agosto
De terça-feira a domingo, das 10h às 21h
CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Sala 26 – 4º andar
Informações: (21) 3808-2020