Unesco lança Biblioteca Digital Mundial

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco acaba de lançar a Biblioteca Digital Mundial, que permite consultar o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de vários países, incluindo o Brasil.

Os ítens da Biblioteca Digital Mundial podem ser pesquisados por lugar, período, tema, tipo de item e instituição contribuinte, ou podem ser localizados por uma pesquisa aberta, em sete idiomas, entre eles o português.

A Biblioteca Digital Mundial foi desenvolvida por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos EUA, com contribuições de instituições parceiras em muitos países. A Biblioteca Nacional do Brasil é uma das instituições que contribuíram com auxílio técnico e fornecimento de conteúdo ao novo site da Unesco.

Biblioteca Digital Mundial – www.wdl.org

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Quem foi seu Monteiro Lobato?

Acontece no próximo sábado, 18 de abril, Dia Nacional do Livro, a Blogagem Coletiva Quem foi seu Monteiro Lobato?.  A coletiva é uma proposta da Jorge Zahar Editor ao blog Fio de Ariadne.

A ideia é marcar a data, escolhida por ser o nascimento de Monteiro Lobato, e falar sobre o autor ou livro que incentivou seu gosto pela leitura. Se você tem um blog, participe e concorra a livros. A Jorge Zahar premiará os três melhores textos com títulos de seu catálogo. Quem não for escolhido, ainda tem chances de levar um dos três exemplares de Câmara Cascudo – 20 anos de encantamento, oferecidos pelo Memória Viva, que serão sorteados entre os participantes.

Veja mais detalhes no Fio de Ariadne.

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Paisagens Silenciosas

Rio de Janeiro – Continuação do trabalho anterior da artista Lucila Wroblewski, ganhadora do prêmio Estímulo de Fotografia da Secretaria de Cultura do Governo de São Paulo em 1994, com a série Paisagens Silenciosas – P&B, Paisagens Silenciosas – cor / Todas as coisas dão frutos apresenta 44 imagens ampliadas em papel fotográfico colorido em grande formato.

Dividida em três módulos, Florescência, Luminância e Vestígio, as fotografias registram momentos alheios ao burburinho constante da vida cotidiana e corriqueira. Feitas ao entardecer e durante a noite, Lucila Wroblewski utiliza a luz ambiente e faz iluminação com lanterna (light-painting) o que permite manipular o instante do registro fotográfico. Todas as fotos, em formato de 1,00 m x 1,00 m, são analógicas e sem efeitos computadorizados.

SERVIÇO
Paisagens Silenciosas – cor / Todas as coisas dão frutos
Grande Galeria – do Caixa Cultural Rio
De 8 de abril a 24 de maio
Terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Entrada gratuita
Informações: (21) 2262-8152

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Arte tumular

Muita gente vê cemitérios como locais tristes e assustadores. No entanto, os antigos cemitérios – no caso do Brasil, aqueles criados a partir de meados do século XIX – são verdadeiros museus a céu aberto e contam milhares de histórias.

Para mostrar isso, o editor do Memória Viva, Sandro Fortunato, vem apresentando em seu blog pessoal, o Sempre Algo a Dizer, uma série intitulada Passeios por cemitérios. Com textos curtos recheados de muitas imagens, feitas por ele nos últimos dez anos, Sandro relembra algumas histórias e apresenta grandes obras da arte tumular no país. No Cemitério da Consolação (SP), por exemplo, há esculturas de Bruno Giorgi, Enrico Bianchi, Celso Antônio de Menezes, Luigi Brizzolara, Nicolina Vaz de Assis e Victor Brecheret, dentre outros.

Além da grande necrópole paulistana, a série mostra outros cemitérios como o São João Batista, no Rio, onde estão os túmulos de personalidades conhecidas como Nelson Rodrigues, Carmen Miranda, Santos Dumont, Cazuza e Vicente Celestino; o do Alecrim (Natal) e o de Mossoró (RN), onde foi enterrado vivo o cangaceiro Jararaca, membro do bando de Lampião.

Para mostrar mais imagens desses cemitérios, foi criado um fotolog sobre Arte Tumular. Já estão disponíveis mais de 50 fotos, separadas em álbuns para cada cemitério.

Nesta quarta, 8, será postado o quarto texto da série contando histórias pitorescas sobre outros cemitérios. Também na quarta será disponibilizado o álbum com cerca de 50 fotos do Cemitério da Consolação.

SERVIÇO
Passeios por cemitérios, série no blog Sempre Algo a Dizer
Flickr Arte Tumular

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30 Anos de Fotografia

Curitiba – Grandes nomes da fotografia brasileira como Mario Cravo Neto, Thomaz Farkas, Cristiano Mascaro, Carlos Moreira, Luiz Braga, Lucia Guanaes, entre outros, estão representados na exposição 30 Anos de Fotografia, que reúne 40 imagens do acervo pessoal da curadora e pesquisadora Rosely Nakagawa.

Na abertura da mostra, a curadora e a jornalista e crítica de fotografia Simonetta Persichetti estarão presentes proferindo palestra no Teatro da Caixa com o tema Fotografia e Mercado. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados ca partir das 12 horas desta terça, 7.

A exposição apresenta fotografias que Rosely foi reunindo durante os 30 anos de sua trajetória profissional, desde a primeira, que foi presente de Mario Cravo Neto – uma foto em PB -, até reunir um portfólio com 200 imagens, das quais selecionou 40, onde o destaque fica para o momento criador e o processo de elaboração de renomados fotógrafos brasileiros.

Depois de Curitiba, a mostra 30 Anos de Fotografia será exibida nos espaços da Caixa Cultural de São Paulo, Brasília e Salvador.

SERVIÇO
30 anos de Fotografia
Galeria da Caixa Cultural Curitiba
De 7 de abril a 3 de maio
Terça a sábado, das 10h às 21h; domingos, das 10h às 19h
Entrada gratuita
Informações: (41) 2118-5114 / 541

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Leite derramado

Já está à venda o novo romance de Chico Buarque, Leite derramado. O livro foi lançado pela Companhia das Letras, tem 200 páginas, duas opções de capa e custa R$ 36.

A escritora e professora da USP Leyla Perrone-Moisés apresenta a história de Leite derramado da seguinte maneira: “Um homem muito velho está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história de sua linhagem desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até o tataraneto, garotão do Rio de Janeiro atual. Uma saga familiar caracterizada pela decadência social e econômica, tendo como pano de fundo a história do Brasil dos últimos dois séculos”.

Ela diz ainda que “o texto é construído de maneira primorosa, no plano narrativo como no plano do estilo. A fala desarticulada do ancião, ao mesmo tempo que preenche uma função de verossimilhança, cria dúvidas e suspenses que prendem o leitor. O discurso da personagem parece espontâneo, mas o escritor domina com mão firme as associações livres, as falsidades e os não-ditos, de modo que o leitor pode ler nas entrelinhas, partilhando a ironia do autor, verdades que a personagem não consegue enfrentar”.

O autor, Francisco Buarque de Hollanda nasceu no Rio de Janeiro, em 1944. É cantor e compositor, publicou as peças Roda viva (1968), Calabar (1973), Gota d’água (1975) e Ópera do malandro (1979); a novela Fazenda modelo (1974) e os romances Estorvo (1991), Benjamim (1995) e Budapeste (2003). Chico conquistou por duas vezes o Prêmio Jabuti: de melhor livro, com Budapeste, em 2003,  e de melhor romance, com Benjamim, em 1991.

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As favelas do Rio de Janeiro vistas por seus moradores

Rio de Janeiro – Um retrato das favelas da região metropolitana do Rio de Janeiro feito por quem mora nesses locais. Essa é proposta do livro Viva Favela, que reúne 50 fotografias de sete autores,  lançado na noite de ontem, 31 de março, em uma livraria no centro do Rio.

O livro é resultado do projeto homônimo, realizado pela organização não-governamental Viva Rio desde 2001, que transforma moradores de favelas do Grande Rio em “repórteres” para mostrar o cotidiano dessas comunidades.

Em oito anos de existência, o portal Viva Favela formou um acervo de cerca de 50 mil fotografias, das quais 50 foram selecionadas para o livro. Entre as fotos estão imagens de crianças se divertindo, de uma família brincando em uma piscina improvisada na laje de uma casa e até de operações policiais. Dos sete autores, cinco são moradores de favelas e duas são editoras do site Viva Favela, que implantaram o projeto.

O livro está sendo vendido por R$ 25.

Informações da Agência Brasil

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Família cria Instituto Vladimir Herzog

Brasília – No próximo dia 26 de junho, na Cinemateca de São Paulo (SP) será lançado o Instituto Vladimir Herzog, uma iniciativa da família do jornalista, com apoio de mais de uma dezena de instituições. Vlado faria 72 anos no dia 27 de junho, se não tivesse sido assassinado em outubro de 1975 nos porões do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna).

O instituto terá como missão organizar o acervo de documentos, textos e fotos de Vladimir Herzog que, além de jornalista, era fotógrafo, cineasta e professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). A Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura de São Paulo, onde o jornalista atuou como diretor, doou parte do material que ficará disponível para pesquisa e consulta.

Além de perpetuar a memória de Herzog, o instituto discutirá os caminhos do jornalismo atual. Juntamente com o Sindicato dos Jornalistas (SP), o novo instituto será responsável pelo Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, instituído em 1979.

Informações da Agência Brasil