Morre, aos 62 anos, o ator André Valli

Morreu por volta das 5h desta sexta-feira (20), aos 62 anos, o ator André Valli, que interpretou durante dez anos o Visconde de Sabugosa, um dos personagens mais marcantes do Sítio do Pica-Pau Amarelo.

André descobriu há um mês que tinha câncer e chegou a fazer alguns tratamentos paliativos, mas não resistiu e morreu em casa, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

O corpo de André está sendo velado no Teatro Villa-Lobos, em Copacabana, e à noite seguirá de avião para Recife, onde vive a mãe do ator. O enterro acontece no sábado (21), no bairro Santo Amaro, no cemitério de mesmo nome.

Informações do Portal G1

Correios e Banco Central homenageiam 200 anos da chegada da família real

Brasília – Em comemoração aos 200 anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, os Correios lançam hoje (13) selo em homenagem ao bicentenário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com enfoque em ervas populares brasileiras.

A cerimônia será às 17h, no Instituto de Pesquisa Jardim Botânico, no Rio. Participam o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o presidente do Jardim Botânico, Liszt Vieira, e o diretor regional dos Correios, Marco Túlio Goulart.

O Banco Central lança a moeda comemorativa dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. A solenidade contará com a presença do presidente da instituição, Henrique Meirelles.

Informações da Agência Brasil

Roubo na Estação Pinacoteca

São Paulo – Leia o comunicado da Secretaria de Estado da Cultura sobre o roubo na Estação Pinacoteca:

A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo comunica que, nesta quinta-feira, 12 de junho de 2008, por volta das 12h00, quatro obras foram roubadas na Estação Pinacoteca. As obras pertencem à Fundação José e Paulina Nemirovsky, e estavam expostas no segundo andar do edifício.

As obras são as seguintes:

Casal (1919), de Lasar Segall, guache sobre cartão;

O pintor e seu modelo (1963), de Pablo Picasso, gravura a água-tinta, ponta-seca e buril sobre papel;

Minotauro, bebedor e mulheres (1933), de Pablo Picasso, gravura a água-forte sobre papel;

Mulheres na janela (1926), de Di Cavalcanti, pintura a óleo sobre cartão.

As obras foram levadas por três homens armados que renderam os atendentes. Os quatro trabalhos têm um valor aproximado de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais).

A Secretaria de Estado da Cultura se pronunciará após a conclusão das primeiras investigações.

O edifício da Estação Pinacoteca permanecerá fechado no resto do dia de hoje, e reabrirá amanhã.

Teatro Municipal de São Paulo terá fachada reformada

A fachada do Teatro Municipal de São Paulo vai passar pela primeira restauração desde a inauguração, em 1911.

A reforma incluirá limpeza e recuperação dos vitrais e ornamentos da fachada. O restaurante e o salão nobre também serão restaurados.

O projeto faz parte de uma parceria entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a prefeitura.

As obras custarão cerca de R$ 5,8 milhões e devem começar logo a partir da assinatura do contrato, prevista para esta quinta (12).

A programação de eventos do teatro não sofrerá qualquer alteração.

Informações do jornal Metro

Minicontos e muito menos

Rio de Janeiro - Programa organizado por Ângela Schnoor, psicóloga, escritora e estudiosa da linguagem simbólica, com colaboração de Roberto Oliveira, explora uma expressão concisa, rápida e penetrante dos nossos tempos. De quinta a sábado, no Espaço Sesc.

. 12/6 - Inspiração e concisão – brincar com palavras, com Ângela Schnoor. 19h.

. 13/6 - A reinvenção do miniconto na literatura contemporânea, com Marcelo Spalding, jornalista, escritor e professor de criação literária da Uniritter. Icebergs, sorvetes e nocaute - orientações e experimentações na criação de minicontos, com Laís Shaffe, jornalista, escritora, editora e documentarista. 19h.

. 14/6 - Oficina de minicontos – orientações e experimentações na criação de minicontos. Com Marcelo Spalding e Laís Shaffe. 14h.

Espaço Sesc
Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana
(21) 2547-0156
Entrada Franca

Morre o fundador do Galo da Madrugada

Recife – O carnavalesco Enéas Freire, fundador do Galo da Madrugada, faleceu na madrugada desta segunda-feira (9), aos 86 anos, vítima de uma parada cardíaca. Ele teve complicações após uma cirurgia, realizada na última terça-feira, para troca de prótese no joelho.

Segundo informações do JC Online: “Enéas nasceu em 2 de dezembro de 1921, no Pátio do Terço, Centro do Recife. Fundou oficialmente, em 24 de janeiro de 1978, o Galo da Madrugada. O primeiro desfile foi realizado pelas ruas dos bairros de São José e Santo Antônio e reuniu 75 foliões. Hoje, a agremiação é considerada pelo Guinness Book – o livro dos recordes – o maior bloco de carnaval do mundo, chegando a reunir mais de 1,5 milhão de pessoas”.

O outro lado da história

Aproveitando o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa (7 de julho) como gancho, a Rede Globo lança o site Memória Globo.

O site reúne informações relativas ao conteúdo produzido pela emissora. Através de fotos, vídeos, depoimentos e verbetes, mostra material exibido pela desde a sua fundação, em 1965, até os dias atuais.

Há várias seções como Depoimentos, Perfis, Cronologias, Dramaturgia, Entretenimento, Jornalismo e Esporte, mas os anúncios de lançamento do site dão destaque às Polêmicas Históricas vividas pela Rede Globo: Concessões de canais (em 1957 e 1962), o Caso Time-Life (1962-1971), Proconsult (1982), Diretas Já (1983-1984) e Debates Collor X Lula (1989).

Os textos apresentam a versão da emissora, invariavelmente inocente em todos os casos.

Memória Globo
memoriaglobo.globo.com

A primeira Cruzeiro

Memória Viva recebe inúmeros e-mails com pedidos de material sobre antigos periódicos ou de mais informações sobre temas tratados no site. Há dez anos no ar e vários prêmios, o site virou referência como fonte confiável sobre biografias e História do jornalismo brasileiro.

Esta semana, recebemos e-mail de um internauta apresentando uma questão sobre a data de lançamento da revista Cruzeiro. “Vi no seu site que foi em novembro, mas alguns autores como Accioly Netto e Fernando Morais citam que foi em dezembro”, dizia a mensagem.

O editor do Memória Viva, Sandro Fortunato, aproveitou a dúvida – que já havia aparecido em outros e-mails – e publicou em seu blog pessoal o texto Mastigue bem antes de engolir, no qual fala sobre a necessidade de questionar sempre as informações que recebemos, venham da Internet, de jornais ou mesmo de livros.

O texto acaba de vez com a “polêmica”, mostrando a reprodução de uma página da primeira edição da revista.

Leia na íntegra
Mastigue bem antes de engolir

Veja no Memória Viva
O Cruzeiro

A Gravura Brasileira

Será inaugurada nesta terça a exposição A Gravura Brasileira na Coleção Mônica e George Kornis, na Caixa Cultural Brasília.

A mostra ocupa a galeria Principal e traça um painel da gravura brasileira, comprendendo um vasto acervo reunido pelo casal ao longo de 30 anos.

A exposição apresenta cerca de 160 obras de artistas como Carlos Oswald, Lasar Segall, Oswaldo Goeldi, Lívio Abramo, Fayga Ostrower, Edith Bering, Anna Bella Geiger, Roberto Magalhães, Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Eduardo Sued, Ligia Pape, Emanuel Araújo, Dionísio Del Santo, Isabel Pons, Renina Katz, Anna Letycia, Maria Bonomi, Marcello Grassmann, Gilvan Samico, Arthur Piza e Rossini Perez.

A Gravura Brasileira na Coleção de Mônica e George Kornis já foi exibida no Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador. Ela encerra a itinerância na CAIXA Cultural São Paulo.

SERVIÇO
:: Abertura
3 de junho de 2008, terça-feira, das 19h às 22h
Visita guiada com os curadores às 18h
:: Visitação
4 de junho a 6 de julho de 2008, de terça-feira a domingo, das 9h às 21h – Entrada franca
:: CAIXA Cultural Brasília
Galeria Principal – SBS Quadra 4, lote 3/4 – Brasília DF
(61) 3206 9448 – caixacultural.df@caixa.gov.br – www.caixacultural.com.br

Revolta da Chibata em quadrinhos

Está programado para chegar às livrarias ainda nesta primeira quinzena de junho a quadrinização do episódio conhecido como Revolta da Chibata. A história tem cerca de duzentas páginas, foi narrada em nove capítulos e mistura situações reais com outras dramatizadas.

Intitulada Chibata! João Cândido e a revolta que abalou o Brasil, a obra foi escrita por Olinto Gadelha e desenhada por Hemeterio. A edição é da Conrad.

A insurreição que ficou conhecida como Revolta da Chibata começou no dia 22 de novembro de 1910, quando os marinheiros do Encouraçado Minas Gerais, em protesto pelas más condições de trabalho e pelos castigos físicos, dados na forma de chibatadas, tomaram o navio.

O governo cedeu às pressões dos revoltosos, que apontaram armas para a capital, o Rio de Janeiro. No entanto, a vitória durou pouco. A anistia dada pelo governo se mostrou falsa e o troco dado pelos almirantes foi devastador. Marinheiros que fizeram parte da revolta foram expulsos, presos ou torturados.

João Cândido, líder da revolta, foi preso e torturado. Com a saúde abalada e a mente destruída, a Marinha o deixou encarcerado em um hospício. Ele ainda foi expulso da corporação e teve seus registros apagados oficialmente. Foi como se ele nunca tivesse feito parte da Marinha. Jornalistas que tentassem contar a história do Almirante Negro eram ameaçados e intimidados. Mesmo muitos anos depois, na década de 1970, os compositores João Bosco e Aldir Blanc tiveram problemas com a censura da ditadura militar por causa das referências a João Cândido e à Revolta da Chibata.

Só recentemente o nome de João Cândido começou a ser relembrado, graças à liberação de seus arquivos pela Marinha, à inscrição de seu nome no Livro dos Heróis da Pátria e à anistia post-mortem concedida a ele este ano, 98 anos depois da rebelião que fez tremer o governo recém-eleito do marechal Hermes da Fonseca.

Chibata! João Cândido e a revolta que abalou o Brasil já está em pré-venda na loja virtual do site da editora Conrad ao preço de R$ 33,90.