Estação cultural com projeto de Niemeyer é inaugurada em João Pessoa
July 3, 2008 – 5:00 pm
João Pessoa – Está sendo inaugurada nesta quinta a Estação Cabo Branco, espaço cultural e educativo projetado por Oscar Niemeyer. O complexo arquitetônico tem sua funcionalidade focada no viés educacional, propiciando um canal de transformação e inclusão social. O objetivo é proporcionar a difusão do saber científico, tecnológico, cultural e artístico.
Os maiores beneficiados serão os 65 mil alunos da rede municipal de ensino. Nos espaços projetados por Niemeyer eles poderão aprender com o experimento científico, a interatividade e o contato com a cultura e as artes.
A obra, com 8.571 m² de área construída, teve financiamento de R$ 33,5 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia, e levou cerca de um ano para ser erguida. O complexo foi construído no bairro Altiplano Cabo Branco, onde fica a ponta do Seixas, extremo oriental da América do Sul. Do terraço panorâmico da torre principal é possível visualizar toda a orla urbana de João Pessoa e o parque do Cabo Branco, área de preservação ambiental.
O complexo tem auditório para 501 pessoas e duas salas de convenções com 200 lugares. Na entrada do auditório, um painel de nove metros de comprimento do artista paraibano Flávio Tavares conta a história da fundação de João Pessoa. Há ainda um anfiteatro ao ar livre com 300 lugares, um prédio para loja e outro para a administração.
Durante a inauguração, será aberta a 1ª Mostra de Arte Contemporânea Paraibana com 36 obras em pintura, cerâmica, fotografia, gravura e desenho que ficarão expostas até setembro.
Informações da Secom/João Pessoa

Recife – No próximo dia 28 de julho completará 70 anos da morte de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião. Para marcar a data, o empresário Pedro de Oliveira Júnior e o escritor Melchiades Montenegro Filho idealizaram o curta Tiro no pé, que será lançado nesta sexta-feira, 4 de julho, às 18h, no auditório da Fundação Gilberto Freire, em Apipucos. O filme, baseado na história real contada pelos avós de Pedro Jr., retrata uma das passagens de Lampião pela cidade de Triunfo, no Sertão pernambucano, onde o chefe do cangaço foi tratar de um tiro que levou no pé, em 1924. Tiro no pé tem roteiro e direção do jornalista Adriano Pádua. A entrada é gratuita.
São Paulo – Escolas públicas e privadas podem agendar gratuitamente a visita de seus alunos e professores acompanhantes à 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo têm até o dia 18 de julho.
O livro Vale Tudo - O Som e a Fúria de Tim Maia, a biografia de
Morreu por volta das 5h desta sexta-feira (20), aos 62 anos, o ator André Valli, que interpretou durante dez anos o Visconde de Sabugosa, um dos personagens mais marcantes do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
Brasília - Em comemoração aos 200 anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, os Correios lançam hoje (13) selo em homenagem ao bicentenário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com enfoque em ervas populares brasileiras.
A fachada do Teatro Municipal de São Paulo vai passar pela primeira restauração desde a inauguração, em 1911.
Aproveitando o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa (7 de julho) como gancho, a Rede Globo lança o site Memória Globo.
Memória Viva recebe inúmeros e-mails com pedidos de material sobre antigos periódicos ou de mais informações sobre temas tratados no site. Há dez anos no ar e vários prêmios, o site virou referência como fonte confiável sobre biografias e História do jornalismo brasileiro.
Será inaugurada nesta terça a exposição A Gravura Brasileira na Coleção Mônica e George Kornis, na Caixa Cultural Brasília.
Está programado para chegar às livrarias ainda nesta primeira quinzena de junho a quadrinização do episódio conhecido como Revolta da Chibata. A história tem cerca de duzentas páginas, foi narrada em nove capítulos e mistura situações reais com outras dramatizadas.
João Cândido, líder da revolta, foi preso e torturado. Com a saúde abalada e a mente destruída, a Marinha o deixou encarcerado em um hospício. Ele ainda foi expulso da corporação e teve seus registros apagados oficialmente. Foi como se ele nunca tivesse feito parte da Marinha. Jornalistas que tentassem contar a história do Almirante Negro eram ameaçados e intimidados. Mesmo muitos anos depois, na década de 1970, os compositores João Bosco e Aldir Blanc tiveram problemas com a censura da ditadura militar por causa das referências a João Cândido e à Revolta da Chibata.