| Postado
em 17 de dezembro de 2007, segunda |
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No
caminho do avião
Personalidade
das mais cultuadas e bem trabalhadas nos últimos
tempos, Câmara
Cascudo ganha, esta semana,
edição de livro inédito.
No caminho do avião... Notas
de reportagem aérea (1922-1933)
será lançado nesta terça,
18 de dezembro, em Natal, terra do autor.
O
lançamento faz parte da III Semana
Câmara Cascudo que traz ainda um
debate – Câmara Cascudo: Pesquisa
e Conhecimento – no Programa Grandes
Temas, da TV Universitária (Natal, RN,
nesta segunda, às 20h30); contação
de histórias no Memorial Câmara Cascudo
(quarta, dia 19, às 9h); e mesa redonda
sobre o tema Câmara Cascudo, repórter
da aviação, seguida de abertura
da exposição Cantos de Cascudo
(Museu Câmara Cascudo, Natal, RN, a partir
das 9h, na quinta, dia 20).
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| Postado
em 28 de novembro de 2007, quarta |
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Exposição
da TV Cultura vai até 9 de dezembro
Para
quem mora ou vai passar por São Paulo até
9 de dezembro, ainda há tempo de conferir
a exposição Infância
& Fantasias, da TV Cultura,
que mostra figurinos originais de programas infantis
como Bambalalão, Catavento, Castelo
Rá-Tim-Bum, Cocoricó e X-Tudo,
dentre outros.
Além
de roupas, há também painéis
com imagens e croquis dos figurinos; TVs Bonecos
nas quais podem ser assistidos alguns dos episódios
da programação infantil da TV Cultura;
o guarda-roupa do Júlio – personagem
do Cocoricó, e o histórico pássaro
Garibaldo, um dos protagonistas
da série Vila Sésamo,
transmitida em 1972.
Infância
& Fantasias pode ser vista de terça
a domingo, das 9h às 21h, na Caixa Cultural
(Praça da Sé, Centro, São
Paulo). A entrada é franca.
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| Postado
em 24 de julho de 2007, terça |
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Cascudo
- 20 Anos de Encantamento, o livro
Será
lançado nesta quinta, 26 de julho, o livro
Câmara Cascudo – 20 anos
de Encantamento. O evento acontecerá
às 19h na Livraria Siciliano (Midway Mall),
em Natal. O livro registra as
atividades realizadas no período de 23
a 31 de julho de 2006, alusivas à memória
de Câmara
Cascudo.
Organizada
por sua neta, Daliana Cascudo,
a coletânea apresenta discursos e artigos
que saíram na imprensa sobre o evento.
Dele fizeram parte diversas atividades em instituições
como a Academia Norte Riograndense de Letras,
Instituto Histórico e Geográfico
do RN, Universidade Potiguar - UnP, Livraria Siciliano,
Núcleo Câmara Cascudo - UFRN, Biblioteca
Pública Câmara Cascudo, Memorial
Câmara Cascudo e Museu Câmara Cascudo.
No livro está todo o material produzido
durante aquela semana, com transcrição
integral.
Dentre
os textos publicados estão: Um sol
iluminando o Brasil, de Diógenes
da Cunha Lima; Labirintos Cascudianos,
de Vicente Serejo; Saudade
do meu pai, de Anna Maria Cascudo
Barreto; Mestre Câmara Cascudo
e o IHG/RN, de Enélio Lima
Petrovich; Uma serenata para o mestre
Cascudo, de Cláudio Galvão;
Cascudo: vinte anos depois, de Murilo
Melo Filho; Tempos de Cascudo,
de Moacyr de Góes; A
cada dia mais vivo, de Sandro
Fortunato (editor do Memória
Viva); Um mestre e uma fonte,
de Eduardo Diatahy Bezerra de Menezes;
Cascudo.doc, de Gilmar de Carvalho
e Duas décadas sem Cascudo, o erudito
popular, de Marcos Silva.
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| Postado
em 13 de julho de 2007, sexta |
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Luz,
Carlos Estevão e Appe
Após
9 anos on line e um percurso
cheio de descobertas, prêmios e reconhecimento
de vários setores, Memória
Viva volta a dar atenção
ao motivo que deu lhe deu origem: os sites
biográficos.
Na
próxima quinta, 19 de julho, disponibilizaremos
atualizações no site em
homenagem a Luz
Del Fuego. Lançado
em 21 de março de 1998, rapidamente teve
grande aceitação do público
e chamou a atenção da imprensa especializada.
Um mês depois, estava criado o Memória
Viva, reunindo outros nomes como
Tancredo
Neves, Jesiel
Figueiredo, Grande
Otelo e Wilson
Grey.
Nas
atualizações do site sobre
Luz del Fuego, veremos trechos de seus dois raríssimos
livros – Trágico Black-Out
(1947) e A verdade nua
(1948). O primeiro, que está completando
60 anos de publicação, teve uma
única edição de mil exemplares.
Mais da metade foi comprada e destruída
por um irmão da autora. O segundo, no qual
ela fala sobre seu ideal naturista, teve a primeira
edição recolhida pela polícia.
Luz ainda comercializou uma segunda edição
através de pedidos feitos por correio.
Além disso, o site foi revisado e apresentará
mais informações.
Também
teremos, no início de agosto, um lançamento
duplo na área de sites
biográficos: Carlos Estevão
e Appe. Os dois são conhecidos
principalmente por seus trabalhos na revista O
Cruzeiro.
Carlos
Estevão foi o criador de séries
como O casamento antes e depois, Ser
mulher, Perguntas inocentes, As
aparências enganam, As duas faces
do homem, Acredite querendo e Palavras
que consolam, além do inesquecível
Dr. Macarra, que chegou
a ter revista própria, em 1962.
Seu
humor era o mais popular e ácido dentre
os desenhistas que fizeram fama nas páginas
de O Cruzeiro. Com a morte de Péricles
Maranhão, na virada de 1961 para
1962, Estevão recebeu a incumbência
de manter a página semanal do Amigo
da Onça, que desenhou até
sua morte em 1972.
Appe,
que faleceu em agosto de 2006 e já foi
pauta de postagens recentes no Blog
Memória Viva, também
ganhará seu próprio site.
Chargista, cartunista e artista plástico,
o acreano Anilde Pedrosa publicou pela primeira
vez aos 20 anos em um jornal em Manaus. Seis anos
depois, em 1946, mudou-se para o Rio. Passou por
várias publicações até
chegar às revistas A Cigarra
e O Cruzeiro, em 1953. Nesta, “fazia
principalmente as charges da seção
política, - até ganhar sua própria
coluna, a página dupla Blow-Appe”.
Para
2007, teremos ainda o lançamento do site
em homenagem a Lima Barreto.
Participe
de nossas comunidades no Orkut:
Memória
Viva
O
Cruzeiro
Carlos
Estevão
Appe
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| Postado
em 11 de julho de 2007, quarta |
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19°
Troféu HQMix homenageia cinco ilustradores
Acontece
nesta quarta, 11 de julho de 2007, às 20h
no Teatro do SESC Pompéia (Rua Cléia,
93 – São Paulo) a entrega do 19º
Troféu HQMix. A cerimônia
terá apresentação de Serginho
Groisman e participação
da banda do Altas Horas. A entrada é
gratuita.
Além
da costumeira premiação, este ano
o Troféu HQMix homenageará cinco
desenhistas falecidos em 2060 e 2007 - Appe,
Lage, Ely Barbosa,
Conceição Cahú
e Joacy Jamys.
Os
cinco serão lembrados através imagens
em um telão e por plotagens que contaram
com a participação do caricaturista
Bira Dantas (veja as caricaturas
de Appe,
Lage
e Conceição
Cahú). Logo abaixo, em primeiríssima
mão e com exclusividade, o banner
que homenageia Appe.
O
caricaturista e ilustrador também ganhará
site no Memória
Viva ainda este mês. Para
saber mais a respeito de Appe e trocar idéias
com outros admiradores de seu trabalho, você
pode participar da Comunidade
Appe, no Orkut.
Quem
está fora de São Paulo, pode acompanhar
a cobertura do Troféu HQMix pelo Blog
dos Quadrinhos.
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| Postado
em 28 de maio de 2007, segunda |
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A
Dama da viola percorre o país
Helena
Meirelles nasceu em 13 de agosto de 1924,
em Mato Grosso do Sul. Aprendeu a tocar viola
sozinha quando isso era coisa só para homem.
Muito conhecida e admirada por várias gerações,
desapareceu por quase 30 anos até ser redescoberta
por uma matéria na revista americana Guitar
Player, no início dos anos 1990. Em
1993, a mesma revista a colocou na lista dos “100
mais”
do mundo por sua atuação nas violas
de 6, 8, 10 e 12 cordas. Outros nomes da lista:
B. B. King, Eric Clapton
e George Benson.
Casou-se
três vezes e teve onze filhos sem qualquer
auxílio no parto de qualquer um deles.
Criou apenas Francisco e Balbino. Este último,
filho de seu companheiro Constantino,
com quem viveu por mais de 40 anos e até
o final de sua vida. Helena faleceu no dia 28
de setembro de 2005.
O
documentário Helena Meirelles,
a Dama da viola, do produtor e diretor
Francisco de Paula, mostra a
vida, o local onde viveu, os costumes e a música
dessa lendária figura. O primeiro contato
com a violeira e sua família foi no final
da década de 1990, mas, por dificuldades
em captar recursos, o filme foi gravado em várias
fases a partir de 2001 e finalizado em 2004. Foi
exibido pela primeira vez no FestRio 2004
com a presença de Helena. Aos 80 anos,
era a primeira vez que ela entrava em um cinema.
A
Dama da viola apresenta depoimentos de admiradores,
explica costumes locais, mostra a influência
paraguaia na música do Mato Grosso do Sul
e tem uma estrela contadora de causos –
quase todos tendo ela própria como protagonista.
Nos
últimos três anos, o filme tem percorrido
vários festivais de cinema pelo Brasil
e pelo mundo. Em 2006, chegou finalmente às
salas comerciais. Em maio de 2007, foi exibido
em uma sala do Cinemark em Brasília. Na
primeira semana, concorreu com três cópias
de Homem-Aranha 3. Na segunda, o aracnídeo
ganhou o reforço de três cópias
de Piratas do Caribe 3.
Francisco
de Paula já está acostumado a combater
super-poderes. No ano passado, o filme havia enfrentado
Homem-Aranha 2 e X-Men 3. Mesmo
assim, o diretor se mantém fime. Viaja
junto com uma das duas cópias existentes
do filme, conversa com o público e é
quase totalmente ignorado pela imprensa, que prefere
enaltecer as aventuras dos super-heróis
americanos.
O
documentário de 75 minutos segue agora
para o interior de São Paulo. Em 2008,
deve chegar ao formato de DVD com extras e várias
músicas de Helena Meirelles.
Escolas,
universidades e outras instituições
interessadas em exibir o filme podem entrar em
contato com o diretor pelo seu e-mail.
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| Postado
em 24 de maio de 2007, quinta |
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Amilde
ou Anilde?
Há
nove anos no ar, Memória
Viva é uma referência
de informações seguras
– e muitas vezes inéditas. Qualquer
mínimo deslize, nas raras vezes em que
acontece, costuma ser corrigido assim que descoberto
ou apontado (pelo que sempre agradecemos aos nossos
usuários).
Em
agosto de 2006, aqui mesmo no Blog
MV, noticiamos a morte de Appe,
chargista e caricaturista da revista O
Cruzeiro. Uma leitora,
casada com um parente de Appe, contestou a forma
como grafamos seu nome: Amilde Pedrosa.
Segundo ela, o correto seria Anilde
(com “n”).
Imediatamente informamos que todas as referências
bibliográficas que tínhamos e também
as da própria O Cruzeiro grafavam,
invariavelmente, Amilde (com
“m”). E lá fomos
nós a São Pedro da Aldeia,
no Rio de Janeiro, desvendar essa história.
E
aqui está. Ela nos foi contada por D.
Neusa Pedrosa, viúva de Appe.
O
casal iniciou o romance no início da década
de 60 e logo foi morar junto. Mas D. Neusa era
desquitada (na época não existia
divórcio no Brasil) e só em 1972,
após a morte de Carlos Estevão
(com quem foi casada antes), eles puderam finalmente
se casar. Appe era um desastre com documentos.
Para poder se casar, foi preciso pedir uma segunda
via de sua certidão de nascimento, em Sena
Madureira, no Acre, pois ele não
tinha o documento. Quando a certidão chegou,
D. Neusa, que até então vivia com
Amilde, descobriu que na verdade vivia
com Anilde. Nessa segunda via, o nome
ANILDE aparece em destaque, corrigindo
a informação que havia sido dada
pela própria D. Neusa para consegui-la.
Finalmente:
Anilde ou Amilde? Ambos. O nome
de Appe realmente é Anilde, mas ele sempre
disse que era Amilde. D. Neusa conta que Appe
não gostava do nome. Ainda quando criança,
os colegas o chamavam de “anil”,
um produto que era usado para clarear roupas.
Para escapar do apelido indesejado, ele dizia
que seu nome era Amilde.
Chegando
ao Rio, na década de 40, continuou dizendo
que seu nome era Amilde. Em suas carteiras funcionais,
nos vários jornais e revistas pelos quais
passou, era sempre Amilde. E assim ficou.
E
Appe? As iniciais, AP,
seria apartamento. Ape,
macaco em inglês. “P”
dobrado e pronto! Estava criado o nome que seria
imortalizado nas páginas da revista O
Cruzeiro.
Mas
Memória Viva
não foi até São Pedro da
Aldeia só para ouvir essa história.
Estamos produzindo um site em homenagem
a Appe, que deverá ser lançado
em julho deste ano. Para começar o aquecimento,
você pode entrar na Comunidade
Appe, no Orkut,
e também apreciar, logo abaixo, três
facetas do mestre: caricaturista, pintor e chargista.
E
pode chamar como preferir: Anilde ou Amilde. Appe
só tem um.


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| Postado
em 7 de fevereiro de 2007, quarta |
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João
de Jesus d’O Cruzeiro

Sabe
como o trabalho colossal do site Memória
Viva é pago? Com e-mails
como este:
Não
posso falar da minha infância sem falar
da revista “O
Cruzeiro”.
Meu
pai trabalhou nesta revista até sua última
edição em 1975, e sempre que tínhamos
uma oportunidade lá estava eu e minha irmã
no prédio azul da rua do Livramento. Lembro
do orgulho de meu pai de nos apresentar para cada
um de seus colegas de trabalho e como era bom
pegar o elevador para conhecer cada andar do prédio.
Ainda guardo na memória o dia que fomos
ver a impressão das revistas. Era fascinante.
Quantas
lembranças... As festas de Natal, as distribuições
de brinquedos para os filhos dos funcionários,
as excursões e as festas no clube E.G.
O Cruzeiro F.C., onde em 1968 minha irmã
foi coroada Rainha da Primavera.
Tínhamos
uma coleção de revistas em casa.
O “O Cruzeiro” era guardado cronologicamente,
como relíquia e usado para pesquisas escolares,
porém sem recortar. O Amigo da Onça
era a única página retirada da revista
para compor um arquivo próprio e que resiste
até hoje. Lembro também da revista
A Cigarra de onde minha mãe retirava os
modelos dos nossos vestidos e que tive o prazer,
já adolescente, de contribuir para uma
reportagem sobre pintura em tecido, na sua última
edição, e que guardo até
hoje.
Meu
pai era João de Jesus Costa,
ou carinhosamente, Joãozinho ou Jesus,
como era chamado pelos colegas. Trabalhou no Departamento
Pessoal.
Regina
Mendes Costa
A
reprodução (autorizada pela autora)
do e-mail fica como uma homenagem a João
de Jesus Costa e a todos que moviam a imensa engrenagem
da revista mas não eram conhecidos do público.
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| Postado
em 1º de dezembro de 2006, sexta |
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Acervo
do Memória Viva em fase de catalogação

Para
quem estava esperando o tão anunciado banco
de dados com O Pasquim,
uma ótima notícia: Memória
Viva resolveu ampliar esse trabalho
e catalogar todo o seu acervo.
O
site possui hoje cerca de 8 mil edições
de periódicos brasileiros. A primeira
fase da catalogação está
focada no jornal O Pasquim (já
que o trabalho começou por ele) e nas revistas
O Cruzeiro e Realidade.
Isso
quer dizer que todos os jornais e revistas estão
sendo digitalizados e estarão disponíveis?
NÃO. Algumas matérias
publicadas na imprensa chegaram a dizer textualmente:
“a
publicação da coleção
inteira de O Pasquim já foi liberada
por seus antigos donos”.
Tamanho absurdo jamais foi declarado!
Quem acompanhou o Blog do Pasca
sabe que o referido trabalho é
uma indexação de toda a
coleção do jornal, isto é,
um banco de dados no qual se
poderá pesquisar por data, edição,
colaborador, tema, matéria e palavras-chaves.
Alguns
colaboradores do jornal, como Ziraldo
(que se mostrou extremamente entusiasmado pela
idéia) e Luiz Carlos Maciel
(atendendo a pedido de nossa colaboradora Patrícia
Marcondes, que defendeu tese de Mestrado
sobre seu trabalho) liberaram gentilmente suas
colaborações para publicação
no Memória
Viva. Anna Fortuna,
filha de Reginaldo Fortuna, também
liberou parte do trabalho do pai. Jamais
se pensou em
“digitalizar e disponibilizar o jornal
na íntegra”.
O
que é a catalogação?
Os
três títulos mencionados estão
sendo catalogados. Todas as edições
que fazem parte do acervo do Memória
Viva – a coleção
completa de O Pasquim, quase toda a coleção
de Realidade (cerca de 100 edições)
e aproximadamente quatrocentas edições
de O Cruzeiro – estão sendo
indexadas em um gigantesco bando de dados onde
se poderá pesquisar o que foi publicado
nelas (veja imagem ao lado).
E
para que serve isso? Talvez para o internauta
meramente curioso e que gostaria de ver como eram
essas publicações, esse trabalho
não tenha grande serventia. Para
colecionadores, pesquisadores, acadêmicos
que estudam esses periódicos, o banco de
dados será uma ferramenta de extrema importância.
A
idéia do banco de dados surgiu a partir
do tipo mais comum de e-mail que costumamos receber
nos últimos três anos: “Vocês
poderiam me dizer em qual edição
saiu tal matéria?”.
Quase nunca pudemos dar uma resposta satisfatória.
Isso demandaria um tempo de pesquisa e um serviço
que não poderíamos oferecer.
A catalogação acabará com
isso. O próprio internauta poderá
fazer sua pesquisa.
Quando
o banco de dados estará on line?
Ainda
não temos uma data definida, mas a
primeira fase irá ao ar no primeiro semestre
de 2007. A data exata e outros detalhes
serão anunciados aqui no Blog
Memória Viva.
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| Postado
em 27 de novembro de 2006, segunda |
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Morre
Jece Valadão, o eterno cafajeste
O
ator e diretor Jece Valadão
morreu nesta segunda-feira, vítima de arritmia
cardíaca em conseqüência de
problemas renais. Ele estava internado desde o
dia 21 de novembro no hospital Panamericano.
Nascido
Gecy Valadão, no dia 24 de julho
de 1930, em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito
Santo, fez teatro, TV e cinema por mais de 50
anos. Em cinema e TV, atuou em mais de
70 filmes, séries e afins.
Sua
estréia na telona foi em Carnaval
do Fogo (1949), produção
da Atlântida, dirigida por Watson
Macedo, que trazia no elenco nomes como
Oscarito, Grande Otelo,
Anselmo Duarte e José
Lewgoy. Seu nome ficou mais conhecido
com Rio 40 Graus (1955),
um dos ícones do Cinema Novo, dirigido
por Nelson Pereira dos Santos
(Jece foi seu assistente neste filme), no qual
interpretou Miro.
Jece
Valadão produziu 39 filmes e dirigiu outros
dezessete. Muitas vezes escrevia, produzia, dirigia
e estrelava o mesmo filme. Construiu uma imagem
de durão e se transformou em sinônimo
de cafajeste, imagem que costumava fazer
confundir com sua vida pessoal até se converter,
em 1995, à fé evangélica.
Depois disso, passou dez anos em recolhimento,
morando em São Paulo.
Em
2005, publicou uma autobiografia, Memórias
de um Cafajeste, participou da novela Bang
Bang (Globo) e deu várias entrevistas
falando de sua conversão. No início
de 2006, apareceu como um bicheiro na série
Filhos do Carnaval e nos últimos
meses estava envolvido num documentário
intitulado O Evangelho Segundo Jece
Valadão.
Foi
casado seis vezes. Uma delas foi com a atriz Vera
Gimenez com quem teve Marco Antônio
Gimenez, ator que faz o papel de Urubu
na série Malhação.
Diferente do que muitos pensam, Jece não
é pai da modelo e apresentadora
Luciana Gimenez (filha de Vera
com João Alberto Abu Morad). Além
de Marco, Jece tinha ainda outros sete filhos.
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| Postado
em 3 de novembro de 2006, sexta |
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Jô
Soares mostra Memória Viva em
seu programa
Na
madrugada desta sexta, 3 de novembro, durante
entrevista com o cineasta João Moreira
Salles, Jô Soares falou
e mostou o site Memória Viva
em seu programa.
Faltavam
apenas cinco minutos para uma da manhã
e o site recebeu tantos acessos que os internautas
enfrentaram dificuldade para visualizá-lo.
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| Postado
em 25 de outubro de 2006, quarta |
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Memória
Viva no Metrópolis
Entre
os dias 22 de setembro e 8 de outubro, o editor
do Memória Viva, Sandro
Fortunato, esteve em várias
cidades do Brasil. Os compromissos foram variados.
Pesquisas, entrevistas, workshops...
Rio de Janeiro, São Paulo e Londrina foram
algumas das cidades visitadas.
Em
São Paulo, Sandro Fortunato gravou duas
matérias para a TV Cultura.
A primeira para o Cultura Meio-dia, gravada
e exibida no dia 28 de setembro. A outra foi para
o programa Metrópolis
(um dos melhores de nossa TV aberta), que foi
ao ar na última segunda, dia 23 de outubro.
A
matéria foi feita por Paulo Ramos,
editor do Blog
dos Quadrinhos, e mostra as
constantes perambulações de Sandro
Fortunato pelos sebos, além de falar sobre
o trabalho de preservação de periódicos
antigos pelo site Memória Viva.
O
resultado pode ser visto na TV
UOL (só para assinantes
UOL) ou no YouTube.
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| Postado
em 19 de setembro de 2006, terça |
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Editor
do MV em Londrina
O
editor do site Memória Viva,
Sandro Fortunato, participará
do ECOS – I Encontro de Comunicação
Social, que acontecerá em Londrina
(PR), de 3 a 6 de outubro.
O
evento é organizado pela faculdade Metropolitana
Iesb e terá palestras, workshops,
mini cursos e mesas redondas.
A
participação de Sandro Fortunato
estará concentrada no último dia
do evento, 6 de outubro, sexta.
Ele promoverá um workshop com
o tema O real e o imaginário
na construção do gênero biográfico.
No encerramento do evento, às 21h, participa
de uma mesa redonda que debaterá o tema
Comunicação e Imprensa
Histórica. Também
estarão presentes a este painel os professores
Hertz
Wendel de Camargo, coordenador do curso
de Jornalismo da Metropolitana Iesb, e Patrícia
Marcondez.
O
evento é aberto ao público.
Datas, horários e inscrições
estão informados no programa do I ECOS.
Clique
aqui para ver.
Antes
de ir à Londrina, o editor do Memória
Viva passa ainda pelo Rio de
Janeiro e São Paulo. As datas
e eventos dos quais participará serão
divulgadas em seu
site pessoal.
Em
Brasília, alunos do IESB fizeram
há poucos dias uma entrevista com Sandro
Fortunato sobre o site em homenagem a’
O Pasquim. A matéria
será veiculada esta semana nas dependências
da faculdade.
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| Postado
em 31 de agosto de 2006, quinta |
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Mais
Cascudo
Republicação
de toda a obra, dicionário crítico,
uma edição inteira da revista Continente
Documento, um dos maiores sites
dedicados a uma personalidade brasileira, blog
com atualização semanal,
edição luxuosa de Prelúdio
da Cachaça pela Confraria dos Bibliófilos
do Brasil, peça teatral com seu nome, duas
semanas de eventos dedicados aos seus 20 anos
de encantamento... Cascudo nunca esteve tão
vivo.
E
a mais recente homenagem acaba de ser lançada
em formato de livro. Cascudo - Guardião
das nossas tradições
foi lançado nesta quinta, 30 de agosto,
em Natal.
Organizado
pela professora Isaura Rosado,
o livro tem como fonte o seminário Brasil
descobre Cascudo, realizado em agosto de
1998, em comemoração ao centenário
de nascimento do pesquisador.
Vinte
autores assinam os textos. Dentre eles, Dorian
Gray, Deífilo Gurgel, Nelson Patriota,
Fernando Luis da Câmara Cascudo, Iaperi
Araújo, Neuma Fechine, Mailde Pinto, Américo
Pellegrine, Vânia Gicco, Atiço Vilas
Boas, Pedro Vicente e Roberto Câmara Benjamim.
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| Postado
em 21 de agosto de 2006, segunda |
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Primavera
com Jaguar
Texto
e foto Wilson Natal
São
Paulo (SP) - Auditório lotado
no final da tarde do último dia (domingo,
20) da Primavera dos Livros 2006,
no Centro Cultural São Paulo. O encontro
era com Jaguar.
O pai do Sig falou da trilogia
d’O Pasquim e
do primeiro volume, que acaba de ser lançado.
Falou do passado, dos colaboradores e das personalidades
que transitaram pelo jornal. Atiçado pela
mediadora Marta Batalha, falou
de tudo um pouco: sobre Leila Diniz
- a musa Pasquiniana, sobre a reportagem “Eu
dormi com Jânio Quadros”,
trazendo à baila o caso de Jânio
Quadros com Adelaide Carraro.
Falou da relação hilária
e tumultuada d’O Pasquim com a
ditadura e a censura.
Falou sobre as colaborações de Chico
Buarque, Gil e Caetano.
Entre um fato e outro trouxe, lembrou do dia em
que assediou uma socióloga americana e
acabou levando “um
pé no saco”.
Foi muito divertido quando contou da peça
que Leila Diniz estava fazendo, na qual um cachorro
fazia ponta. Cachorro esse que acompanhava Leila
à praia e não deixava ninguém
aproximar-se dela. Contou também a verdadeira
história do ratinho Sig.
Jaguar lembrou ainda de como foram os seus dias
de prisão e a relação que
tinha com os militares. E dos “recos”
que, às escondidas, traziam-lhe garrafas
de “pinga”.
Garrafas que formaram uma pirâmide abaixo
da janela de sua cela. Falou hilariamente sobre
a sua fuga, indo esconder-se na casa do Flávio
Cavalcanti, que era pró-ditadura.
Em seguida, foi a vez de a platéia fazer
perguntas. Duas respostas foram interessantes:
Que o jornal não seguia pautas e que a
linguagem d’O Pasquim foi assimilada
pela propaganda e não pelos jornais da
época.
Depois
da conversa, houve uma concorrida sessão
de autógrafos.
Em
setembro, Memória Viva
lança um site especial sobre O
Pasquim.
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| Postado
em 9 de agosto de 2006, quarta |
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Morre
o chargista Appe
Amilde
Pedrosa nasceu em Sena Madureira, no
Acre, segundo consta no livro Cobras
Criadas, de Luiz Maklouf Carvalho,
mas normalmente dizia-se que era amazonense. A
família mudou para Manaus quando ele tinha
6 anos. Era um dos nove filhos de Eufrásio
Martins Pedrosa e Dona Maria do Carmo.
Publicou
sua primeira charge em 1940, aos 20 anos de idade,
em um jornal local. Em 1946, mudou-se para o Rio.
No
livro de Maklouf, há um breve histórico
de Appe:
“Teve
rápida passagem pelo Diário
da Noite e ficou dois anos ilustrando o jornal
integralista A Vanguarda. ‘O
pessoal caía de pau porque eu fazia charges
anticomunistas’, conta Appe.
‘Mas eu sou um profissional, nunca
tive cor ideológica’. Voltou para
o Diário da Noite em 48, e de lá
para A Cigarra e O
Cruzeiro, em 53. Fazia
principalmente as charges da seção
política – até ganhar sua
própria coluna, a página dupla ‘Blow-Appe’
(...) Algumas charges tiveram problemas com a
censura – uma delas mostra o Papai Noel
levando ao Congresso Nacional um saco com a inscrição
‘Cassações’”.

Chargista,
cartunista e artista plástico, Appe morreu
na última sexta-feira, dia 4 de agosto,
aos 86 anos, em São Pedro da Aldeia (RJ).
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| Postado
em 21 de julho de 2006, quinta |
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Cascudo
- 20 Anos de Encantamento

O
ano de 2006 marca os 20 anos de “encantamento”
de Luís
da Câmara Cascudo, ocorrido
em 30 de julgo de 1986. O Memorial Câmara
Cascudo, em parceria com diversas instituições,
desenvolverá uma programação
especial, no período de 23 a 31 de julho,
com o objetivo de homenagear a memória
daquele que é considerado o maior intelectual
do Rio Grande do Norte e um dos mais importantes
pesquisadores da cultura brasileira.
Veja
a programação completa
do evento no quadro abaixo.
| DIA |
HORA |
LOCAL |
ATIVIDADE |
23 |
9
às 10h |
Paraná/Francisco
Beltrão |
Palestra
do Prof. Jorge Baleeiro de Lacerda, autor
de Os Dez Brasis, na Rádio
Princesa |
24
a
31 |
8
às 20h |
Biblioteca
Pública Câmara Cascudo |
Exposição
Luís da Câmara Cascudo
na Biblioteca Pública |
24
a
31 |
8
às 17h |
Museu
Câmara Cascudo |
Exposição
Luís
da Câmara Cascudo e a questão
urbana em Natal,
pelo Prof. Pedro de Lima |
25
a
31 |
8
às 17h |
Museu
Câmara Cascudo |
Exposição
Itinerário
e Tributo a Cascudo
Curadoria da Profa. Dra. Wani Pereira |
25 |
18h |
Academia
Norte-Rio-Grandense de Letras |
Sessão
solene com palestras do escritor Diógenes
da Cunha Lima, da escritora Anna Maria Cascudo
e do jornalista Vicente Serejo |
26 |
16h |
Memorial
Câmara Cascudo |
Abertura
da exposição Câmara
Cascudo: Uma história que o tempo
não leva e lançamento
do livro Cascudo - Guardião das
nossas tradições, organizado
pela Profa. Isaura Rosado |
27 |
20h30 |
IHGRN |
Sessão
solene com palestra Cascudo e a música
do RN do Prof. Cláudio Galvão |
28 |
19
às 22h |
UNP
- Roberto Freire |
Mesa
redonda Um olhar sobre Cascudo
com a escritora Anna Maria Cascudo, Prof.
Francisco Fernandes Marinho e Profa. Marlene
Mariz |
29 |
18h |
Livraria
Siciliano Midway Mall |
Lançamento
do livro Leituras sobre Câmara
Cascudo do Prof. Humberto Hermenegildo
|
30 |
10h |
Igreja
Bom Jesus das Dores |
Celebração
com Padre José Mário e participação
do Madrigal da UFRN com preparação
vocal de Cláudia Cunha e regência
de Tércia Maria de Souza |
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| Postado
em 16 de julho de 2006, domingo |
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Jornal
da Paraíba destaca descaso com prédios
históricos
Em
sua edição de 14 de julho, o Jornal
da Paraíba destacou em manchete
a ameaça a 120 prédios do Centro
Histórico de João Pessoa.
A
matéria, assinada por Aline Oliveira,
diz que “cerca
de 120 prédios situados no Centro Histórico
de João Pessoa estão em situação
de risco, de acordo com o relatório de
um levantamento realizado pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Arquitetônico do Estado
da Paraíba (Iphaep)”.
Sônia
Gonzalez, coordenadora adjunta da Comissão
do Centro Histórico, ressalta que “a
gente observa um tipo de abandono que gera uma
degradação muito grande e se nada
for feito, este patrimônio pode ruir”.
Segundo
a matéria, “entre
os mais preocupantes, estão duas casas
da avenida Trincheiras, vizinho à Delegacia
Regional do Trabalho e em frente à Câmara
Municipal, sendo que uma delas está sem
teto e o terreno do jardim está sendo utilizado
como estacionamento”.
Um
relatório avaliando a situação
do Centro Histórico de João Pessoa
deve ser encaminhado na segunda-feira, dia 17,
para a Defesa Civil do município e para
o Ministério Público para que sejam
tomadas providências.
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| Postado
em 9 de julho de 2006, domingo |
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Memória
Viva na coluna de Ancelmo Gois, n’ O
Globo
Ancelmo
Gois, um dos colunistas mais lidos do
país, tem o poder.
Memória Viva é prova
disso.
Em
sua coluna no jornal carioca O Globo
deste domingo (9 de julho), Ancelmo falou sobre
a digitalização da revista O
Cruzeiro pelo Memória
Viva.
A
nota (reproduzida ao lado) fez a visitação
do site subir de forma considerável no
domingo, normalmente o dia de menor visitação
na semana.
Aproveitamos
a deixa para dar as boas novas sobre O
Cruzeiro on line. A partir
deste mês, voltamos a disponibilizar mais
edições da revista. A primeira é
a edição de 2 de fevereiro de 1930
que, dentre outras matérias, fala do assassinato
de João Pessoa.
Atualmente,
Memória Viva
possui cerca de 50 edições já
digitalizadas e outras 50 em processo de digitalização.
A partir de setembro, as atualizações
voltam a ser semanais.
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| Postado
em 8 de julho de 2006, sábado |
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Vedetes
e revistas são homenageadas em novela

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